domingo, 18 de julho de 2010

É a última semana de recesso. Na verdade, seria a última se eu não voltasse a trabalhar na sexta-feira, dia 23. Onde já se viu, voltar a trabalhar na sexta. Bom,vejamos o lado positivo: pelo menos ninguém vai trabalhar com cara de acabado por já ter trabalhado a semana inteira...
E nesse pouco tempo de tranquilidade e paz domiciliar, muita coisa aconteceu: descobri que passei em 1º lugar em um concurso, notei importâncias e "des"importâncias nas amizades, assisti muitos filmes, voltei a bordar ponto cruz, assisti muitas séries, revi amigos que estava com muita saudade, bebi, dormi muito, fiz exames, comprei muitas coisas e, o mais importante, fiz planos!
Nada de algo muito grandioso, mas como planejo tudo, listo, imagino e fico escolhendo meus afazeres em cada minuto da minha vida, é óbvio que numa situação como essa, eu faria o mesmo.
Não convém escrevê-los aqui agora. O que vale é registrar simplesmente esse sentimento esperançoso, de entusiasmo e motivação. Não é sempre que eu acordo assim.
Sinto falta das minhas inspirações pra escrever. Falta das palavras que simplesmente tomavam forma quando eu começava a digitar, como se não pertencessem aos meus pensamentos. Ou melhor, como se estes não pertencessem a mim.
Espero superar pelo menos isso. E logo.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Cansei do meu sentimentalismo barato e decidi por abrir mão.
E isso de forma definitiva.
Decidi que as minhas vontades devem prevalecer, e que vale muito mais a pena lutar para alcançar os meus objetivos e romper as barreiras do que sofrer em cada obstáculo da vida.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

A cada dia uma nova surpresa, sempre reflexiva.
Estou num momento de redefinição de valores.
Lamentavelmente.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Você abusou

(Antonio Carlos e Jocafi)

Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Mas não faz mal, é tão normal ter desamor
É tão cafona, sofredor que eu já nem sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Que me perdoem se eu insisto neste tema
Mas não sei fazer poema ou canção
Que fale de outra coisa que não seja o amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Mas não faz mal, é tão normal ter desamor
É tão cafona, sofredor que eu já nem sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Momento "eu"

"Como foi bom eu ter aparecido
Nessa minha vida já um tanto sofrida
Já não sabia mais o que fazer
Pra eu gostar de mim, me aceitar assim
Eu que queria tanto ter alguém
Agora eu sei sem mim eu não sou ninguém
Longe de mim nada mais faz sentido
Pra toda vida eu quero estar comigo"

(Ultraje a Rigor - Eu me amo)

domingo, 16 de maio de 2010

Fim de semana...

Estou deprê e o fim de semana acabou por piorar a minha situação.
Três dias sem sair de casa e levando uma vida de Amélia (ok, sei que ela era a mulher de verdade) que ninguém queria!
Nada de novo, nada de bom. Só um desânimo infernal e uma vontade de deitar e dormir eternamente.
E no impulso das idéias frustrantes e da decepção que perdura dias e noites, venho por meio desta postagem expressar minha imensa insatisfação.
As dúvidas que se tornam cada vez maiores, a insegurança do destino, a chateação com o trabalho, a angústia do porvir, o medo do incerto, a saturação do certo, o anseio pela realização dos planos,... e por aí vai...
Desta vez eu me programei para ficar em casa e não ver a cara de ninguém. E isso me assusta! Apesar de não ter feito tudo o que pensei em fazer, ficar em casa seria a última coisa que eu faria em dias comuns. Mas não, não estudei, não li, não me pesei, não, não, não... não fiz muito do que deveria ter feito, mas fiquei em casa, deitada na cama, abraçada com gatos e pensando no vazio.
Pensando no que deveria estar fazendo ao invés de estar ali, deitada. sozinha. com gatos. sozinha. com os pensamentos.
Passei muito tempo sozinha e liguei o rádio. Ouvi repetidas vezes as vinte e seis músicas selecionadas num pendrive, e assim fiquei... o sábado, o domingo... e ficaria o resto da semana...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

"Canto pra esquecer a dor da vida..."

Quem dera se tudo fosse fácil assim. Quem dera se todo sofrimento pudesse ser sufocado ou expressado de forma simples, tranqüila e sem dor. E tudo que fosse indesejado, pudesse ser revertido nos mais belos sentimentos que proporcionassem prazer, alegria e motivação.
Nada é fácil nessa vida, tampouco viver. Porque se eu pudesse, viveria simplesmente à mercê dos acasos, sem ambições, desejos, esperanças, sem construir planos, criar ilusões, sem ter expectativas de sucessos e, assim, sem sofrer as conseqüências das frustrações.
Infelizmente o mundo não é dessa forma. Infelizmente sofremos: na pele o enrubescimento da vergonha, o sabor amargo da derrota, o peso da consciência, o cansaço dos esforços, as olheiras profundas das noites mal dormidas e das lágrimas, que de tão salgadas parecem ácidas!
Tristeza não é decepcionar-se momentaneamente, com alguém ou com alguma situação. Tristeza é aquela ferida que se carrega na alma e que foi aberta por inúmeras facadas. É aquilo que não tem perdão, que tira o sono e sufoca o peito... que persegue, segue... E mesmo que haja possibilidades para um suposto esquecimento, ainda assim, prevalece aquela dor latejante, fazendo com que a memória (presente memória), viesse à mente presente, no corpo presente, na situação presente.
Ah!... Presente... E por que não pensar que as piores situações da vida são presentes do destino a nós, reles mortais? Por que não acreditar que podemos fazer destas desgraças o incentivo que nos falta para sermos fortes e superarmos todos os problemas? E subirmos na vida fazendo deles os degraus?
Filosofia... de vida, da vida! Teorias, impraticáveis, porém compreensíveis. Incontroláveis, no entanto aceitáveis. Porque viver é além de existir, é sentir, amar, sofrer, chorar, sorrir, se arrepender, tentar, mas acima de tudo... perdoar!




OBS: O post atual não tem ligação alguma com o anterior. Escrevo nos impulsos momentâneos, nas conseqüências das situações.