Eu queria usar este espaço para compartilhar os bons momentos vividos, as grandes emoções, narrar belas histórias com finais felizes, sonhos realizados, enfim... relatar tudo de melhor que a vida pode oferecer aos reles mortais e que, de uma forma ou de outra acabaria refletindo em mim. No entanto, a embriaguez proporcionada pela felicidade simplesmente inibe em mim todo e qualquer movimento que possa ser e/ou parecer uma construção textual.
O fato é que este blog assumiu pra mim a última característica útil que deveria: a de ser única e exclusivamente o meu saco de vômito, a minha sessão descarrego, o meu grito, as minhas lágrimas, o nó da minha garganta e o aperto do meu peito. Recorro a ele apenas para blasfemar, xingar o mundo, rasgar o verbo e aliviar a alma dos pensamentos que perturbam o meu sono.
Mas não faço como deveria. Não faço como gostaria.
A sensatez, na maioria das vezes, impede que eu seja clara e escreva exatamente, com todas as letras, nomes, cores e tons, tudo o que passa na minha mente. Auto-censura. Covardia.
Eu não me importo com o outro. Preocupo-me apenas com a minha consciência, que apesar de não pertencer às mais limpas do universo, ainda se manifesta quando resolvo atingir diretamente as pessoas com a minha insensibilidade, grosseria e brutalidade.
Tenho buscado a clareza, tenho buscado pequenos focos luminosos nas ínfimas ações. Tenho buscado sinceridade, espontaneidade e segurança. Não espero encontrar um grande corpo celeste, mas contento-me com faíscas.
Palavras, contos, fatos, descrições de alguém que (ainda) não descobriu outro meio de expirar suas inquietações.
sábado, 7 de agosto de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
É a última semana de recesso. Na verdade, seria a última se eu não voltasse a trabalhar na sexta-feira, dia 23. Onde já se viu, voltar a trabalhar na sexta. Bom,vejamos o lado positivo: pelo menos ninguém vai trabalhar com cara de acabado por já ter trabalhado a semana inteira...
E nesse pouco tempo de tranquilidade e paz domiciliar, muita coisa aconteceu: descobri que passei em 1º lugar em um concurso, notei importâncias e "des"importâncias nas amizades, assisti muitos filmes, voltei a bordar ponto cruz, assisti muitas séries, revi amigos que estava com muita saudade, bebi, dormi muito, fiz exames, comprei muitas coisas e, o mais importante, fiz planos!
Nada de algo muito grandioso, mas como planejo tudo, listo, imagino e fico escolhendo meus afazeres em cada minuto da minha vida, é óbvio que numa situação como essa, eu faria o mesmo.
Não convém escrevê-los aqui agora. O que vale é registrar simplesmente esse sentimento esperançoso, de entusiasmo e motivação. Não é sempre que eu acordo assim.
Sinto falta das minhas inspirações pra escrever. Falta das palavras que simplesmente tomavam forma quando eu começava a digitar, como se não pertencessem aos meus pensamentos. Ou melhor, como se estes não pertencessem a mim.
Espero superar pelo menos isso. E logo.
E nesse pouco tempo de tranquilidade e paz domiciliar, muita coisa aconteceu: descobri que passei em 1º lugar em um concurso, notei importâncias e "des"importâncias nas amizades, assisti muitos filmes, voltei a bordar ponto cruz, assisti muitas séries, revi amigos que estava com muita saudade, bebi, dormi muito, fiz exames, comprei muitas coisas e, o mais importante, fiz planos!
Nada de algo muito grandioso, mas como planejo tudo, listo, imagino e fico escolhendo meus afazeres em cada minuto da minha vida, é óbvio que numa situação como essa, eu faria o mesmo.
Não convém escrevê-los aqui agora. O que vale é registrar simplesmente esse sentimento esperançoso, de entusiasmo e motivação. Não é sempre que eu acordo assim.
Sinto falta das minhas inspirações pra escrever. Falta das palavras que simplesmente tomavam forma quando eu começava a digitar, como se não pertencessem aos meus pensamentos. Ou melhor, como se estes não pertencessem a mim.
Espero superar pelo menos isso. E logo.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
Você abusou
(Antonio Carlos e Jocafi)
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Mas não faz mal, é tão normal ter desamor
É tão cafona, sofredor que eu já nem sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Que me perdoem se eu insisto neste tema
Mas não sei fazer poema ou canção
Que fale de outra coisa que não seja o amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Mas não faz mal, é tão normal ter desamor
É tão cafona, sofredor que eu já nem sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Mas não faz mal, é tão normal ter desamor
É tão cafona, sofredor que eu já nem sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Que me perdoem se eu insisto neste tema
Mas não sei fazer poema ou canção
Que fale de outra coisa que não seja o amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Mas não faz mal, é tão normal ter desamor
É tão cafona, sofredor que eu já nem sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Momento "eu"
"Como foi bom eu ter aparecido
Nessa minha vida já um tanto sofrida
Já não sabia mais o que fazer
Pra eu gostar de mim, me aceitar assim
Eu que queria tanto ter alguém
Agora eu sei sem mim eu não sou ninguém
Longe de mim nada mais faz sentido
Pra toda vida eu quero estar comigo"
(Ultraje a Rigor - Eu me amo)
Nessa minha vida já um tanto sofrida
Já não sabia mais o que fazer
Pra eu gostar de mim, me aceitar assim
Eu que queria tanto ter alguém
Agora eu sei sem mim eu não sou ninguém
Longe de mim nada mais faz sentido
Pra toda vida eu quero estar comigo"
(Ultraje a Rigor - Eu me amo)
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