domingo, 9 de março de 2008

Choro o choro contido.
Choro a amarga dor.
Choro o que estava escondido.
E toda essa falta de amor.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Baby, baby!
O mundo é cheio de altos e baixos e eu não gosto muito disso!

É realmente uma delícia poder se jogar das alturas pouco se importando com o que vai encontrar lá embaixo, o complicado mesmo é levantar sem nenhum arranhão ou sangramento.

[Sem inspirações pra textos longos, são só pensamentos vagos de quem anda preguiçosa até pra pensar!]

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Se chove ou se faz sol, pouco me importa. Acordar já é o bastante quando a quantidade de horas em que se passa acordado não faz mais diferença.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Relatividade da distância

Às vezes as pessoas mais próximas são as mais distantes.
E talvez as que estão mais distantes sejam as mais próximas.
Já diria Einstein, "tudo é relativo!".

Oh Céus!
Existe alguém neste mundo capaz de não cair em contradição quando se ocupa exclusivamente em tentar entender a mente e as atitudes humanas? Mas não simplesmente em compreender com olhar superficial, mas na sua minuciosidade, olhar intrisicamente e analisar as entrelinhas dos porquês de tudo e partir do pressuposto de que todos estão sujeitos a erros, inclusive este que pretende chegar a alguma conclusão!

sábado, 29 de dezembro de 2007

Ela acenava com o braço direito como se alguém a olhasse de longe. Mexia com ligeireza, de forma estranha, como se quisesse chamar a atenção de alguém que não a notava. Sorriu.
Por um instante pensei que ela continuaria a caminhar como fazia antes de reconhecer aquele indivíduo que fizera tanta questão em cumprimentar, mas ao contrário, enrugou a testa, franziu levemente as sobrancelhas, expirou forte, porém disfarçadamente, e deu um pulinho bastante sutil, agora com os dois braços erguidos e passou a movimentá-los em direções opostas. Não havia quem não a olhasse naquele momento. Estava engraçada, estava bastante engraçada.
Resolveu gritar.
"-Ei!"
Mexeu um pouco mais ou braços e gritou mais algumas vezes. Não sei quantas, só lembro que ela gritou. Talvez duas ou três. Gritou cada vez mais alto, insistentemente como alguém que já está quase desistindo de seu intento.
Abaixou os braços rudemente de forma que as mãos, ao caírem, lhe estapeassem as pernas. Olhou para os dois lados, abaixou a cabeça e se foi.
Também não me lembro se para a direita ou para a esquerda, só lembro que ela se foi.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Jingle bells, jingle bells...

...acabou o Natal!
hahahaha... E ninguém nem se deu conta disso!

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Ela.

Acorda todos os dias tarde como se não tivesse obrigações e afazeres.
Levanta cansada porque cansou-se de tanto dormir.
Já não quer mais sair, nem vestir, nem calçar.
Mas sonha, sonha...
Sonha todos os dias!