Dói. Dói o adeus não dito.
Dói o afastamento imperceptível. E as mudas despedidas. Os olhares longínquos.
Dói a espera, a incerteza.
Aperta o peito as lembranças distorcidas pelos desejos não realizados. Machuca. Fere. Sangra.
Recordações que vão se tornando distantes e substituídas por acontecimentos recentes, escolhidos pela memória seletiva que há tempos dorme. Em sonhos, em fábulas.
Voa e baila entre duendes e fadas, fantasiando o que seus olhos vêem. E tudo o que é belo, mágico, fantasia, poesia, vira história, passado, fatos consumados que recusam-se a repetir.
Palavras, contos, fatos, descrições de alguém que (ainda) não descobriu outro meio de expirar suas inquietações.
domingo, 1 de junho de 2008
domingo, 9 de março de 2008
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Baby, baby!
O mundo é cheio de altos e baixos e eu não gosto muito disso!
É realmente uma delícia poder se jogar das alturas pouco se importando com o que vai encontrar lá embaixo, o complicado mesmo é levantar sem nenhum arranhão ou sangramento.
[Sem inspirações pra textos longos, são só pensamentos vagos de quem anda preguiçosa até pra pensar!]
O mundo é cheio de altos e baixos e eu não gosto muito disso!
É realmente uma delícia poder se jogar das alturas pouco se importando com o que vai encontrar lá embaixo, o complicado mesmo é levantar sem nenhum arranhão ou sangramento.
[Sem inspirações pra textos longos, são só pensamentos vagos de quem anda preguiçosa até pra pensar!]
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
sábado, 12 de janeiro de 2008
Relatividade da distância
Às vezes as pessoas mais próximas são as mais distantes.
E talvez as que estão mais distantes sejam as mais próximas.
Já diria Einstein, "tudo é relativo!".
Oh Céus!
Existe alguém neste mundo capaz de não cair em contradição quando se ocupa exclusivamente em tentar entender a mente e as atitudes humanas? Mas não simplesmente em compreender com olhar superficial, mas na sua minuciosidade, olhar intrisicamente e analisar as entrelinhas dos porquês de tudo e partir do pressuposto de que todos estão sujeitos a erros, inclusive este que pretende chegar a alguma conclusão!
E talvez as que estão mais distantes sejam as mais próximas.
Já diria Einstein, "tudo é relativo!".
Oh Céus!
Existe alguém neste mundo capaz de não cair em contradição quando se ocupa exclusivamente em tentar entender a mente e as atitudes humanas? Mas não simplesmente em compreender com olhar superficial, mas na sua minuciosidade, olhar intrisicamente e analisar as entrelinhas dos porquês de tudo e partir do pressuposto de que todos estão sujeitos a erros, inclusive este que pretende chegar a alguma conclusão!
sábado, 29 de dezembro de 2007
Ela acenava com o braço direito como se alguém a olhasse de longe. Mexia com ligeireza, de forma estranha, como se quisesse chamar a atenção de alguém que não a notava. Sorriu.
Por um instante pensei que ela continuaria a caminhar como fazia antes de reconhecer aquele indivíduo que fizera tanta questão em cumprimentar, mas ao contrário, enrugou a testa, franziu levemente as sobrancelhas, expirou forte, porém disfarçadamente, e deu um pulinho bastante sutil, agora com os dois braços erguidos e passou a movimentá-los em direções opostas. Não havia quem não a olhasse naquele momento. Estava engraçada, estava bastante engraçada.
Resolveu gritar.
"-Ei!"
Mexeu um pouco mais ou braços e gritou mais algumas vezes. Não sei quantas, só lembro que ela gritou. Talvez duas ou três. Gritou cada vez mais alto, insistentemente como alguém que já está quase desistindo de seu intento.
Abaixou os braços rudemente de forma que as mãos, ao caírem, lhe estapeassem as pernas. Olhou para os dois lados, abaixou a cabeça e se foi.
Também não me lembro se para a direita ou para a esquerda, só lembro que ela se foi.
Por um instante pensei que ela continuaria a caminhar como fazia antes de reconhecer aquele indivíduo que fizera tanta questão em cumprimentar, mas ao contrário, enrugou a testa, franziu levemente as sobrancelhas, expirou forte, porém disfarçadamente, e deu um pulinho bastante sutil, agora com os dois braços erguidos e passou a movimentá-los em direções opostas. Não havia quem não a olhasse naquele momento. Estava engraçada, estava bastante engraçada.
Resolveu gritar.
"-Ei!"
Mexeu um pouco mais ou braços e gritou mais algumas vezes. Não sei quantas, só lembro que ela gritou. Talvez duas ou três. Gritou cada vez mais alto, insistentemente como alguém que já está quase desistindo de seu intento.
Abaixou os braços rudemente de forma que as mãos, ao caírem, lhe estapeassem as pernas. Olhou para os dois lados, abaixou a cabeça e se foi.
Também não me lembro se para a direita ou para a esquerda, só lembro que ela se foi.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Assinar:
Postagens (Atom)