Palavras, contos, fatos, descrições de alguém que (ainda) não descobriu outro meio de expirar suas inquietações.
terça-feira, 20 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
É a última semana de recesso. Na verdade, seria a última se eu não voltasse a trabalhar na sexta-feira, dia 23. Onde já se viu, voltar a trabalhar na sexta. Bom,vejamos o lado positivo: pelo menos ninguém vai trabalhar com cara de acabado por já ter trabalhado a semana inteira...
E nesse pouco tempo de tranquilidade e paz domiciliar, muita coisa aconteceu: descobri que passei em 1º lugar em um concurso, notei importâncias e "des"importâncias nas amizades, assisti muitos filmes, voltei a bordar ponto cruz, assisti muitas séries, revi amigos que estava com muita saudade, bebi, dormi muito, fiz exames, comprei muitas coisas e, o mais importante, fiz planos!
Nada de algo muito grandioso, mas como planejo tudo, listo, imagino e fico escolhendo meus afazeres em cada minuto da minha vida, é óbvio que numa situação como essa, eu faria o mesmo.
Não convém escrevê-los aqui agora. O que vale é registrar simplesmente esse sentimento esperançoso, de entusiasmo e motivação. Não é sempre que eu acordo assim.
Sinto falta das minhas inspirações pra escrever. Falta das palavras que simplesmente tomavam forma quando eu começava a digitar, como se não pertencessem aos meus pensamentos. Ou melhor, como se estes não pertencessem a mim.
Espero superar pelo menos isso. E logo.
E nesse pouco tempo de tranquilidade e paz domiciliar, muita coisa aconteceu: descobri que passei em 1º lugar em um concurso, notei importâncias e "des"importâncias nas amizades, assisti muitos filmes, voltei a bordar ponto cruz, assisti muitas séries, revi amigos que estava com muita saudade, bebi, dormi muito, fiz exames, comprei muitas coisas e, o mais importante, fiz planos!
Nada de algo muito grandioso, mas como planejo tudo, listo, imagino e fico escolhendo meus afazeres em cada minuto da minha vida, é óbvio que numa situação como essa, eu faria o mesmo.
Não convém escrevê-los aqui agora. O que vale é registrar simplesmente esse sentimento esperançoso, de entusiasmo e motivação. Não é sempre que eu acordo assim.
Sinto falta das minhas inspirações pra escrever. Falta das palavras que simplesmente tomavam forma quando eu começava a digitar, como se não pertencessem aos meus pensamentos. Ou melhor, como se estes não pertencessem a mim.
Espero superar pelo menos isso. E logo.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
Você abusou
(Antonio Carlos e Jocafi)
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Mas não faz mal, é tão normal ter desamor
É tão cafona, sofredor que eu já nem sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Que me perdoem se eu insisto neste tema
Mas não sei fazer poema ou canção
Que fale de outra coisa que não seja o amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Mas não faz mal, é tão normal ter desamor
É tão cafona, sofredor que eu já nem sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Mas não faz mal, é tão normal ter desamor
É tão cafona, sofredor que eu já nem sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Que me perdoem se eu insisto neste tema
Mas não sei fazer poema ou canção
Que fale de outra coisa que não seja o amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Mas não faz mal, é tão normal ter desamor
É tão cafona, sofredor que eu já nem sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão
Você abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
Tirou partido de mim, abusou
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Momento "eu"
"Como foi bom eu ter aparecido
Nessa minha vida já um tanto sofrida
Já não sabia mais o que fazer
Pra eu gostar de mim, me aceitar assim
Eu que queria tanto ter alguém
Agora eu sei sem mim eu não sou ninguém
Longe de mim nada mais faz sentido
Pra toda vida eu quero estar comigo"
(Ultraje a Rigor - Eu me amo)
Nessa minha vida já um tanto sofrida
Já não sabia mais o que fazer
Pra eu gostar de mim, me aceitar assim
Eu que queria tanto ter alguém
Agora eu sei sem mim eu não sou ninguém
Longe de mim nada mais faz sentido
Pra toda vida eu quero estar comigo"
(Ultraje a Rigor - Eu me amo)
domingo, 16 de maio de 2010
Fim de semana...
Estou deprê e o fim de semana acabou por piorar a minha situação.
Três dias sem sair de casa e levando uma vida de Amélia (ok, sei que ela era a mulher de verdade) que ninguém queria!
Nada de novo, nada de bom. Só um desânimo infernal e uma vontade de deitar e dormir eternamente.
E no impulso das idéias frustrantes e da decepção que perdura dias e noites, venho por meio desta postagem expressar minha imensa insatisfação.
As dúvidas que se tornam cada vez maiores, a insegurança do destino, a chateação com o trabalho, a angústia do porvir, o medo do incerto, a saturação do certo, o anseio pela realização dos planos,... e por aí vai...
Desta vez eu me programei para ficar em casa e não ver a cara de ninguém. E isso me assusta! Apesar de não ter feito tudo o que pensei em fazer, ficar em casa seria a última coisa que eu faria em dias comuns. Mas não, não estudei, não li, não me pesei, não, não, não... não fiz muito do que deveria ter feito, mas fiquei em casa, deitada na cama, abraçada com gatos e pensando no vazio.
Pensando no que deveria estar fazendo ao invés de estar ali, deitada. sozinha. com gatos. sozinha. com os pensamentos.
Passei muito tempo sozinha e liguei o rádio. Ouvi repetidas vezes as vinte e seis músicas selecionadas num pendrive, e assim fiquei... o sábado, o domingo... e ficaria o resto da semana...
Três dias sem sair de casa e levando uma vida de Amélia (ok, sei que ela era a mulher de verdade) que ninguém queria!
Nada de novo, nada de bom. Só um desânimo infernal e uma vontade de deitar e dormir eternamente.
E no impulso das idéias frustrantes e da decepção que perdura dias e noites, venho por meio desta postagem expressar minha imensa insatisfação.
As dúvidas que se tornam cada vez maiores, a insegurança do destino, a chateação com o trabalho, a angústia do porvir, o medo do incerto, a saturação do certo, o anseio pela realização dos planos,... e por aí vai...
Desta vez eu me programei para ficar em casa e não ver a cara de ninguém. E isso me assusta! Apesar de não ter feito tudo o que pensei em fazer, ficar em casa seria a última coisa que eu faria em dias comuns. Mas não, não estudei, não li, não me pesei, não, não, não... não fiz muito do que deveria ter feito, mas fiquei em casa, deitada na cama, abraçada com gatos e pensando no vazio.
Pensando no que deveria estar fazendo ao invés de estar ali, deitada. sozinha. com gatos. sozinha. com os pensamentos.
Passei muito tempo sozinha e liguei o rádio. Ouvi repetidas vezes as vinte e seis músicas selecionadas num pendrive, e assim fiquei... o sábado, o domingo... e ficaria o resto da semana...
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